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O Ponto de Partida: Como Minha Mãe Me Ensinou a Fazer Arte, e o Que Aprendi Depois
Olá e seja muito bem-vindo(a) ao nosso cantinho! Meu coração se enche de alegria ao finalmente dar vida a este espaço, que é uma celebração de todas as coisas feitas à mão, com afeto e paciência. Se você chegou até aqui, provavelmente também busca um refúgio criativo. Para começar, quero compartilhar a história por trás de cada nó e de cada ponto que você verá neste blog: a história de como o meu amor pelo crochê nasceu. O Legado do Fio É impossível falar de crochê sem falar
12 de dez. de 20253 min de leitura


Bolsa Mandala: quando o crochê se torna um amuleto
Criar com as mãos é um gesto de confiança. Confiança no processo, no tempo e, principalmente, em si mesma. A Bolsa Mandala nasceu com esse propósito: incentivar mais pessoas a acreditarem que é possível criar tudo o que se deseja , mesmo aquilo que parece complexo ou distante à primeira vista. Ela surgiu a partir de uma ideia estética — o desejo de criar uma peça elegante, exclusiva e atemporal — mas, como todo processo artesanal verdadeiro, trouxe aprendizados pelo caminho.
14 de jan.2 min de leitura


Por que Lumera? O nome que carrega luz, intenção e elegância
Depois de contar a origem do crochê na minha vida, como ele surgiu como abrigo, terapia e forma de expressão. Senti que era o momento de falar sobre algo igualmente importante: O nome que abraça tudo isso. Um nome não é apenas um detalhe. Ele é a primeira sensação. É o primeiro contato. É a energia que antecede a criação. Foi assim que nasceu Lumera. Um nome que nasce da luz Lumera tem origem na palavra lumen, que significa luz. Mas não qualquer luz e sim aquela que ilumina
28 de dez. de 20252 min de leitura
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